

3 de abril a 30 de junho | centro ciência viva da floresta

A exposição “A Evolução da Floresta em Portugal” sob a Coordenação do Prof. Dr. João Pais da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova e a colaboração do Dr. Mário Mendes do Centro de Investigação em Ciência Engenharia Geológica da mesma Escola, é uma mostra sobre a evolução das plantas e da floresta em território português ao longo da história da Terra.
A exposição conta com um conjunto de fósseis de vegetais, alguns com mais de 300 milhões de anos. Estarão também patentes algumas plantas atuais descendentes desses exemplares primitivos.
Os organismos fotossintéticos, surgidos há cerca de 2800 milhões de anos, são responsáveis pela atmosfera oxigenada da Terra. Até aproximadamente 430 milhões de anos (Silúrico Superior) as plantas apenas viviam em ambientes aquáticos. A partir daí, evoluíram rapidamente nos ambientes terrestres, e delas descendem todos os grupos conhecidos de plantas. A colonização do meio terrestre pelas plantas deve considerar-se como um marco fundamental na evolução biológica. O aparecimento do coberto vegetal tornou possível a diversificação dos animais.
Entre os 350 e os 300 milhões de anos da história da Terra, em Portugal, formavam-se cordilheiras de montanhas com lagos rodeados e habitados por vegetação rica e diversificada. Havia cavalinhas gigantes (Calamites) e plantas afins de licopódios e selaginelas atuais mas de porte arbóreo (Sigillaria, Lepidodendron) a par de coníferas que lembravam araucárias. Os fetos e fetos produtores de "sementes" eram abundantes e diversificados.
Entre 200 e 150 milhões de anos as coníferas dominavam a vegetação arbórea. Algumas extinguiram-se no final do Mesozóico. As plantas de porte mais reduzido eram representadas por algumas pré-espermatófitas como cicadófitas, com plantas afins das cicas actuais e outras semelhantes, mas que produziram as primeiras inflorescências, as Bennettitales. Os fetos abundavam.
Há cerca de 125 milhões de anos surgiram as angiospérmicas, as plantas com flor que hoje dominam em todos os ambientes terrestres. Todavia, só há cerca de 55 milhões de anos angiospérmicas parecem terem atingido importância ecológica semelhante à actual. A partir daí, a vegetação evoluiu. As áreas de povoamento das diferentes associações florestais modificaram-se profundamente devido às oscilações climáticas, em parte devidas à deriva das áreas continentais.
Exposição de Luísa Ferreira Nunes - até 31 de março
21 de março
Café de Ciência - 27 de março, às 18h30
Oficina - 29 de março, às 14h30
Saída de campo - 5 de abril, às 09h30
Oficina - 18 de abril, às 10h00
Oficina - 19 de abril, às 10h00
Terça a domingo (incluindo feriados) das 09h30 às 18h30
Horário de Verão
(Junho, julho, agosto e setembro)
Terça a sexta das 09h30 às 18h30
Sábados, domingos e feriados das 10h30 às 19h30
O Centro encerra ainda nos dias 24, 25, 31 de dezembro e 1 de janeiro
Associação Centro Ciência Viva de Proença-a-Nova
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PORTUGAL
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